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Jaru, 23 de julho de 2024

Marcos Rogério assume liderança da oposição no Senado; em troca, PL caminha com União Brasil, exigência dos filhos de Bolsonaro

Não era bem o desejo do senador Marcos Rogério do PL figurar como mero coadjuvante de uma candidatura governamental nestas eleições municipais em Porto Velho. Nomes de peso, mesmo antes do fim do período de filiações, foram ventilados para liderar o desafio da sucessão municipal. Mas Rogério sofreu pressões dos filhos do ex-presidente Bolsonaro e resolveu ceder a aliança com a ex-deputada Mariana Carvalho (União Brasil). Mesmo assim, Rogério briga pela indicação do vice, seja o Pastor Val ou o ex-secretário Edemir Brasil. O Republicanos, hoje nas mãos do pai de Mariana, Aparício Carvalho, pensa em indicar o ex-secretário Diego Lage (Republicanos), e o PL não ficaria nem como coadjuvante.
Por outro lado, hoje, pela sua fidelidade, Marcos Rogério assumiu o cargo de líder da oposição ao Governo Lula no Senado. Rogério Marinho (PL), atual líder, pediu licença do mandato para cuidar das articulações de campanha.

Euma correndo trecho

O MDB fechou questão mesmo em torno do nome da juíza aposentada Euma Tourinho. Os líderes do partido anunciaram a convenção para o dia 20 de julho, quando vão aprovar o nome da doutora e deixar o cargo de vice-prefeito aberto as conversações com outros partidos. Por sua vez, Euma tem cumprido seu papel, correndo o trecho, visitando lideranças, conversando com as pessoas, ouvindo o clamor da sociedade. No último final de semana, ela esteve na Ponta do Abunã, quando visitou a tribo Kaxarari, e conheceu a liderança emergente local, Fran Kaxarari.

Progressistas organizados

O pré-candidato do PP à prefeitura de Porto Velho, Valdir Vargas, tem se notabilizado pela organização de sua pré-campanha. Já está com os profissionais de comunicação e marketing conversados e tem o apoio incondicional do ex-governador Ivo Cassol e de suas lideranças. Valdir tem obtido adesão da classe empresarial, responsável pela geração de emprego e renda na cidade.

Frente de esquerda

Difícil Vinicius Miguel (PSB) abrir mão de sua pré-candidatura e seguir o Partido dos Trabalhadores (PT) com a ex-senadora Fátima Cleide no comando da chapa. Mais fácil Samuel Costa (Solidariedade) tentar o cargo de vice dos vermelhinhos.


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