Jovem do DF abandona direito e cria escola de pôquer; aula custa até R$ 1 mil por hora

Jovem do DF abandona direito e cria escola de pôquer; aula custa até R$ 1 mil por hora

Mesmo em meio à crise econômica, o brasiliense Felipe Gonsalves Costa decidiu abandonar a faculdade de direito, apostar no que lhe fazia se sentir realizado e fundar uma escola virtual para ensinar técnicas de pôquer. A Sensei Poker foi criada em agosto de 2015 e, em dois anos, já atingiu 9 mil usuários – os cadastrados são de todo o país, além de Portugal, Irlanda, Austrália e Argentina.

O plano básico, considerado como porta de entrada para quem quer lucrar com o esporte, custa R$ 90. Já uma consultoria particular chega a R$ 1 mil por hora.
O jovem estava no sétimo semestre do curso e investiu R$ 50 mil no projeto. “Já participava dos principais campeonatos nacionais e internacionais. Antes de abrir a escola, já era considerado um dos grandes jogadores de pôquer do país.

Esse status, inclusive, me deu a oportunidade de conhecer outros renomados jogadores brasileiros. O pôquer já havia virado a minha profissão e me proporcionava boa estabilidade. Abrir a escola foi um desafio a mais que eu escolhi viver.”

“Quando eu optei em abandonar o direito e abraçar definitivamente o pôquer já tinha conquistado uma segurança com o esporte, de modo que isso só reforçou que estava trocando uma coisa certa por uma outra coisa igualmente certa na minha vida.”
Costa diz ter visto na falta de conteúdo em português uma oportunidade. A dedicação ao projeto é integral. Ele se envolve com os assuntos da Sensei desde que se levanta até a hora em que vai dormir.

“Eu cuido da empresa, jogo e discuto estratégias do esporte e da empresa praticamente o tempo todo em que estou acordado. Afinal, é o que eu gosto de fazer. Para mim, não há férias nem finais de semana. E não sinto falta deles”, afirma.

 

 

Comentários