Jaru: Caerd e Construtora J.Sá, ignoram decisão judicial e deixam esgoto vazando a mais de 10 dias no Luzia Abranches

Jaru: Caerd e Construtora J.Sá, ignoram decisão judicial e deixam esgoto vazando a mais de 10 dias no Luzia Abranches
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A obstrução de uma tubulação e caixa de passagem do esgotamento sanitário do loteamento Luzia Abranches, vem resultando em vazamento em via pública, que perdura a cerca de 10 dias.

Esta situação tem deixado moradores da localidade revoltados, uma vez que as empresas responsáveis, construtora J. Sá e Incorporadora Ltda. ME e a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia – Caerd, mesmo mediante de determinação judicial, não promoveram nenhuma ação para solucionar o problema.

Moradores relatam que representantes de uma das empresas atribuíram a responsabilidade do problema ao município de Jaru.

Enquanto isso, um morador vizinho a caixa de passagem entupida, que se localiza as margens da Rua Florianópolis, tentou em vão, de todas as formas, solucionar o problema, abrindo o buraco e até contratando serviços de auto fossa.

 

Liminar da Justiça

 

Já se passaram 17 dias do prazo estabelecido pela justiça, para que a construtora J. Sá e a Caerd, solidariamente procedessem medidas que solucionem o problema do esgotamento sanitário do loteamento Luzia Abranches.

Por meio de uma liminar obtida pelo Ministério Público de Rondônia, em 06 de agosto deste ano, as empresas foram compelidas a proceder as seguintes ações;

 

  1. a) proceder a imediata desobstrução das tubulações e caixa de passagem que apresentam extravasamento, reestabelecendo o fluxo do esgoto para a Estação de Tratamento.
  2. b) proceder a imediata realização de remoção de lodo nas fossas sépticas e filtros anaeróbicos.
  3. c) realizar análises do fluente bruto e tratado e do corpo receptor e montante e a jusante do ponto de lançamento, a fim de avaliar a eficiência atual do sistema, bem como subsidiar a adoção de medidas de ajuste para o bom funcionamento da ETE.

 

Ao acatar o pedido do MP, a justiça entendeu que o sistema de esgotamento sanitário do loteamento não surte mais efeito como antes, não é mais suficiente para uma filtragem anaeróbica e demais tratamentos, sendo assim, medidas imediatas foram determinadas.

 

 

 

 

 

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