Governo alinha plano estratégico de vacinação contra Febre Aftosa em Rondônia

Governo alinha plano estratégico de vacinação contra Febre Aftosa em Rondônia
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Há 20 anos o estado de Rondônia não registra casos de febre aftosa, é considerada área livre da doença. A retirada da vacinação foi um dos temas debatidos durante uma reunião entre Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Agência de Defesa Agrosilvopastoril (Idaron) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Atualmente, Rondônia conta com 14 milhões 387 mil cabeças de bovinos, sendo o 6º maior rebanho do Brasil. Com o estado livre de febre aftosa sem vacinação, a expectativa é a abertura de novos mercados. Rondônia exporta produtos para mais de 40 Países. “Com o status de livre, podemos atrair novos pólos, teremos um mercado diferenciado, garantia de melhores preços, e atingir o mercado europeu que são os mais exigentes”, ressalta Júlio César Rocha Peres, Presidente da Idaron.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, Rondônia e Acre estão no primeiro bloco, ou seja, devem ser os primeiros a fazer a última campanha de vacinação contra aftosa em maio deste ano. Reuniões e debates vem acontecendo antes da retirada da vacina. O Plano Nacional começou em 2017 e Santa Catarina é o único estado do País livre sem vacinação.

Geraldo Marco de Moraes, diretor do Departamento de Saúde animal do Ministério da Agricultura, disse que a vinda a Rondônia reafirma o compromisso no programa de retirada da vacina contra a febre aftosa, além de estabelecer a força de trabalho entre governos estadual e federal.

Com a retirada da vacinação, Rondônia terá trabalho redobrado, principalmente na vigilância das fronteiras para cumprir o que foi combinado. “Precisamos oferecer qualidade nos serviços para termos sucesso no que foi planejado. Iremos buscar novos investidores, outros países”, destacou o vice-governador de Rondônia, José Jodan.

O encontro reuniu ainda representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon), Superintendência Federal de Agricultura (SFA-RO) e do Departamento de Saúde Animal do Mapa.

Fonte:SECOM

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