Exames que detectam vírus da gripe passam a ser feitos pelo Lacen em RO

Exames que detectam vírus da gripe passam a ser feitos pelo Lacen em RO
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Exames para descobrir com mais rapidez se uma pessoa está infectada com alguns tipo do vírus influenza, causador da gripe, começaram a ser realizados em Rondônia. Os testes serão feitos pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), na capital Porto Velho.

Até então, as amostras para realização desses exames eram enviadas para São Paulo. Como consequência, havia uma demora de até 45 dias na entrega dos resultados. No Lacen, os resultados são liberados entre dois e cinco dias.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a técnica utilizada em Rondônia é a mais avançada que existe para esse tipo de exame por Biologia Molecular.

Testes serão feitos pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), em Porto Velho.  — Foto: Diêgo Holanda/G1

Testes serão feitos pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), em Porto Velho. — Foto: Diêgo Holanda/G1

Neste ano no estado, foram confirmados 18 casos de influenza. Desses, duas pessoas morreram vítimas do vírus. Seis destes casos foram confirmados já com os exames feitos no laboratório do Estado.

O diretor do Lacen, Luiz Tagliani, explicou que, com o aumento da capacidade do laboratório, as estatísticas de saúde devem ser aprimoradas.

“Os médicos terão acesso mais rápido e as vigilâncias epidemiológicas, tanto estadual quanto municipal, terão acesso mais rápido para fechamento dos casos”, conclui.

Em 2019 no estado, foram confirmados 18 casos de influenza.  — Foto: Diêgo Holanda/G1

Em 2019 no estado, foram confirmados 18 casos de influenza. — Foto: Diêgo Holanda/G1

O equipamento usado nos exames já estava disponível e sendo usado para detecção de dengue e Zica, por exemplo. Mas, só foi possível começar os exames da influenza com o treinamento de profissionais em um instituto em São Paulo.

Hospitais públicos e particulares de todo o estado enviam amostras ao laboratório quando os médicos suspeitam da doença em pacientes internados em estado mais grave.

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