Concurso entre alunos define emblema de escola em Jaru

Concurso entre alunos define emblema de escola em Jaru
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Antecipando as comemorações alusivas ao aniversário de meio século de existência a ser celebrado oficialmente em abril de 2020, a escola estadual Plácido de Castro, em Jaru, realizou na última semana um concurso com a participação da classe discente para criar o emblema da instituição. A ação faz parte do projeto “Plácido de Castro: História e Cultura” e está sendo considerado um sucesso pela equipe escolar.

A primeira etapa da escolha do emblema foi feita no próprio estabelecimento de ensino com a participação de alunos e servidores da escola. A criação escolhida mediante concurso aberto a toda a classe discente foi enviado à Coordenadoria Regional de Educação (CRE) em Jaru para que o mesmo fosse encaminhado ao setor responsável da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) em Porto Velho para posterior homologação e outros trâmites necessários para validar o símbolo criado por estudantes da instituição.

O símbolo vencedor foi feito pelas estudantes Jéssica Clauss Fernandes e Hellen Setúbal Maximiano (ambas do 9º B) em conjunto com as alunas Letícia de Paula Figueiredo e Kaywanne Vinhati da Silva (7º D). A escola parabenizou as alunas pela criatividade demonstrada na elaboração do símbolo escolar e salientou que a frase “Conhecimento: a chave para o futuro” contida na criação vencedora representa o espírito de prontidão que a escola possui em fazer o melhor para os seus alunos, pois já contribuiu com a formação cidadã de milhares de pessoas nesses 47 anos de existência.

Criada pelo Decreto n.º 589 de 29 de abril de 1970, a escola estadual Plácido de Castro, em Jaru, é a mais antiga instituição de ensino existente no município e funcionou até o ano de 1980 no espaço onde hoje está instalada a Escola Olga Dellaia. À época, o decreto de criação foi assinado pelo então governador do Território Federal de Rondônia, João Carlos Marques Henrique Neto (falecido vítima de câncer em 29 de setembro de 2008). A instituição foi denominada como  Escola Isolada devido à localização geográfica da mesma em relação ao município de Porto Velho, a capital do Território Federal de Rondônia.

 

 

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