Jaru: Perigo das queimadas urbanas incidem gradativamente

Jaru: Perigo das queimadas urbanas incidem gradativamente

A estiagem e a falta de conscientização da população têm aumentado consideravelmente o número de ocorrências de queimadas em Jaru. Mesmo com os prejuízos que a fumaça representa à saúde e ao meio ambiente, e o riscos que o fogo dentro das cidades representa para a segurança de toda a comunidade, moradores mantêm o mau hábito de aproveitar o período de estiagem para limpar terrenos e eliminar o lixo acumulado no fundo de casa, nas calçadas e até mesmo em praças.

Nesta segunda feira (01) presenciamos um fiscal da prefeitura de Jaru, trabalhando no combate a um incêndio próximo ao Residencial Savana Park, com um trator e um tanque de água foi possível controlar as chamas que se aproximavam de residências naquela localidade.

 

Crime ambiental

 

Ao contrário do que muitos possam pensar, as chamadas “queimadas urbanas”, por menores que sejam, são crimes ambientais passíveis de multas e processos. Em Jaru, quem for pego em flagrante fazendo queimadas está sujeito à multa e demais sansões conforme a gravidade do delito.

 

“Juntar folhas ou recolher o lixo do quintal e colocar fogo em tudo. Queimar terrenos para limpá-los. O que, infelizmente, é rotina para muitos moradores, também é considerado crime ambiental. Temos legislações de vários órgãos governamentais.

 

Das vias respiratórias à mucosa ocular

 

Os malefícios que a fumaça das queimadas proporciona à saúde humana são inúmeros, e vão de problemas nas vias respiratórias à mucosa ocular.

“O produto da queima da biomassa (folhas, galhos, etc) emite partículas no ar que são altamente prejudiciais a essas vias. E, nesses meses de inverno, estes quadros são agravados pelo tempo seco e mudanças bruscas de temperatura”, observa.

 

Em pessoas expostas à fumaça proveniente das queimadas, é comum os altos índices de conjuntivite por irritação da mucosa ocular. Quanto à parte respiratória, a agressão se inicia nas vias superiores, causando rinites e irritação da garganta, queimação, tosse e, em alguns casos, até a perda de voz.

 

As alterações mais graves são as pulmonares, que podem desencadear crises de asma e bronquite acompanhadas de forte falta de ar com chiado no peito e tosse, geralmente seca. Estes quadros costumam se instalar rapidamente e, muitas vezes, necessitam de atendimento de urgência. Devido a sua gravidade, podem levar à morte.

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